Não quero os presentes de sempre,
Não se preocupe com camisetas, cervejas caras ou perfumes,
Nem de perfume eu gosto,
sou alérgico, você sabe.
A quinta é minha,
Deixa que na sexta eu sou dos outros,
Então sai direto do trabalho e vem pra cá.
Toma banho aqui mesmo,
Coloca meu moletom velho
e uma caixa de cerveja no congelador,
pode ser Brahma ou Skol mesmo.
Pede uma pizza,
Meia Margherita e meia qualquer coisa,
Me apaga de cansaço
E me acorda disposto de manhã.
Aaaahhh também quero meias,
As minhas estão com elástico frouxo.
terça-feira, 9 de abril de 2019
segunda-feira, 1 de abril de 2019
E eu que pensei que tinha sido difícil
Até que foi fácil dormir,
na verdade eu preferia não fazê-lo,
mas uma hora o sono cobrou a conta.
Difícil foi despertar,
mesmo sabendo da necessidade disso.
O que eu queria era ficar ali de preguiça com você,
mas eu tinha tanta coisa por fazer
Me dei e te dei tempo,
tentei capturar o momento.
Visão, audição, tato, olfato te capturavam enquanto você dormia
e o paladar foi saciado com beijos de bom dia.
Aahhh, mas não foi fácil mesmo me desvencilhar da sua cama que me abraçava junto com você.
Também não foi fácil me vestir enquanto você me elogiava e eu corava,
seu abraço e seu olhar não facilitaram em nada.
Beijos, Últimas palavras, descer as escadas,
Não foi nada fácil,
mas difícil mesmo, tá agora.
na verdade eu preferia não fazê-lo,
mas uma hora o sono cobrou a conta.
Difícil foi despertar,
mesmo sabendo da necessidade disso.
O que eu queria era ficar ali de preguiça com você,
mas eu tinha tanta coisa por fazer
Me dei e te dei tempo,
tentei capturar o momento.
Visão, audição, tato, olfato te capturavam enquanto você dormia
e o paladar foi saciado com beijos de bom dia.
Aahhh, mas não foi fácil mesmo me desvencilhar da sua cama que me abraçava junto com você.
Também não foi fácil me vestir enquanto você me elogiava e eu corava,
seu abraço e seu olhar não facilitaram em nada.
Beijos, Últimas palavras, descer as escadas,
Não foi nada fácil,
mas difícil mesmo, tá agora.
sábado, 23 de março de 2019
Deboísta (1. Aquele ou aquela que fica ''de boa'')
Me olhava com leveza,
Parecia tão leve
que os olhos pesavam.
Combinavam com um timbre suave e uma voz arrastada.
Que falava um papo cabeça,
Sem pé nem cabeça
Parecia tão leve
que os olhos pesavam.
Combinavam com um timbre suave e uma voz arrastada.
Que falava um papo cabeça,
Sem pé nem cabeça
terça-feira, 5 de março de 2019
Onde o amor dói
Cientificamente dizem por aí que o amor é uma série de reações químicas que acontece no nosso cérebro. Um complexo fenômeno neurobiológico que gera sensações no nosso organismo.
Em mim, esse tão complexo fenômeno, gera uma sensação estranha no coração. O amor ou a dor de amor – no fundo os efeitos são os mesmos - faz parecer que a parte mais ao topo e a parte mais abaixo desse órgão alterne em sensações de frio congelante e calor tropical em questão de microssegundos. Tudo isso acontece enquanto pequenos operários vestindo macacão laranja e completo equipamento de EPI se revezam dando marretadas na parte do meio em ritmo constante e relativamente acelerado.
É fato que o cérebro controla tudo, mas o que tem o coração a ver com isso? Seria, portanto uma construção social associarmos o amor ou a dor de amor ao coração ou onde achamos que é o coração? Tal construção social nos faria sentir lá dentro do peito as sensações dessas reações neurobiológicas chamadas genericamente de amor?
Se for, quero me desconstruir nessa questão, não tem graça sofrer de amor dentro do peito. Sofremos sozinhos dessa forma, não é fácil de explicar e ninguém vê seu sofrimento.
Prefiro sofrer de amor na perna esquerda! Tá decidido, a partir de agora vou reprogramar meu cérebro pra sofrer de amor na perna canhota. Primeiro, não sei chutar de esquerda mesmo. Segundo, vou andar mancando e quando me perguntarem o que aconteceu vou falar da saudade de você, assim todo mundo vai saber e eu vou ter uma desculpa pra falar disso com as pessoas. Mas o mais importante é q espero te encontrar ao acaso e sei que ao me ver coxo você vai se preocupar e aí vou poder te explicar os motivos do meu andar torto por aí.
Em mim, esse tão complexo fenômeno, gera uma sensação estranha no coração. O amor ou a dor de amor – no fundo os efeitos são os mesmos - faz parecer que a parte mais ao topo e a parte mais abaixo desse órgão alterne em sensações de frio congelante e calor tropical em questão de microssegundos. Tudo isso acontece enquanto pequenos operários vestindo macacão laranja e completo equipamento de EPI se revezam dando marretadas na parte do meio em ritmo constante e relativamente acelerado.
É fato que o cérebro controla tudo, mas o que tem o coração a ver com isso? Seria, portanto uma construção social associarmos o amor ou a dor de amor ao coração ou onde achamos que é o coração? Tal construção social nos faria sentir lá dentro do peito as sensações dessas reações neurobiológicas chamadas genericamente de amor?
Se for, quero me desconstruir nessa questão, não tem graça sofrer de amor dentro do peito. Sofremos sozinhos dessa forma, não é fácil de explicar e ninguém vê seu sofrimento.
Prefiro sofrer de amor na perna esquerda! Tá decidido, a partir de agora vou reprogramar meu cérebro pra sofrer de amor na perna canhota. Primeiro, não sei chutar de esquerda mesmo. Segundo, vou andar mancando e quando me perguntarem o que aconteceu vou falar da saudade de você, assim todo mundo vai saber e eu vou ter uma desculpa pra falar disso com as pessoas. Mas o mais importante é q espero te encontrar ao acaso e sei que ao me ver coxo você vai se preocupar e aí vou poder te explicar os motivos do meu andar torto por aí.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Gostos
Adoro meu carro velho
Três camisas estampadas
Um par de tênis furado
E minhas calças acinzentadas
Não sei,
No geral,
Gosto de cerveja fria
E da sua companhia
Três camisas estampadas
Um par de tênis furado
E minhas calças acinzentadas
Não sei,
No geral,
Gosto de cerveja fria
E da sua companhia
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Se calhar
Não vou te esperar,
isso não é uma opção.
Mas, se calhar,
de vc se encontrar,
enquanto eu ainda estiver a procurar,
vem me visitar.
Quem sabe?
Se calhar...
isso não é uma opção.
Mas, se calhar,
de vc se encontrar,
enquanto eu ainda estiver a procurar,
vem me visitar.
Quem sabe?
Se calhar...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Ressaca
Vivia assim,
sem ressaca.
Boêmio, aprendi que ressaca se cura com mais álcool.
Peguei essa técnica do fígado
e apliquei em questões do coração.
Assim, emendei amor atrás de amor,
sem sentir a cabeça pesada e o estômago embrulhado.
Mas aí, meu amigo,
um dia veio tudo acumulado,
e nessas horas,
o que resolve é água e descanso.
sem ressaca.
Boêmio, aprendi que ressaca se cura com mais álcool.
Peguei essa técnica do fígado
e apliquei em questões do coração.
Assim, emendei amor atrás de amor,
sem sentir a cabeça pesada e o estômago embrulhado.
Mas aí, meu amigo,
um dia veio tudo acumulado,
e nessas horas,
o que resolve é água e descanso.
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