Achei que era sólido.
Era líquido,
uma fartura líquida,
que me fez pensar ser sólido.
Incontáveis litros que se esvaíam pelas mãos.
Tentei fazer as mãos de conchinha,
Igual moleque jogando bola na rua,
tomando água de mangueira.
Não deu.
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Meu lugar no mundo
Tem mar limpo e boteco sujo com samba de roda.
Tem os amigos, poucos e bons.
Cerveja barata, tranquilidade e pôr do sol.
Dias quentes e chuvas intensas.
Café da tarde na casa da vó.
Zelo de mãe, camaradagem do pai,
Soneca e jantar à dois.
Dormir abraçado, preguiça e marasmo.
Cafuné, coca-cola e um som legal.
Criança, cachorro e idoso.
Pastel de feira e pastel de nata.
Tem os amigos, poucos e bons.
Cerveja barata, tranquilidade e pôr do sol.
Dias quentes e chuvas intensas.
Café da tarde na casa da vó.
Zelo de mãe, camaradagem do pai,
Soneca e jantar à dois.
Dormir abraçado, preguiça e marasmo.
Cafuné, coca-cola e um som legal.
Criança, cachorro e idoso.
Pastel de feira e pastel de nata.
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Terra no bolso
Achei terra no meu bolso.
Lembrei de quem colocou lá,
lembrei da época boa,
daquele tempo que eu achei que tinha esquecido.
Lembrei de quem colocou lá,
lembrei da época boa,
daquele tempo que eu achei que tinha esquecido.
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