segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Discurso sobre mim mesmo

Na quarta-feira passada coloquei meu celular pra despertar as 7:30, mas acordei pouco antes das 6 da matina. Logo eu que nunca curti muito acordar cedo, nas últimas semanas to sentindo um genuíno prazer em despertar ainda antes do sol. Fiquei preguiçoso na cama e tirei esse tempo pra refletir sobre o fato de eu estar curtindo acordar cedão e sobre outras paradas que estão acontecendo comigo ultimamente. Será que estou de fato virando um tiozão, como eu sempre suspeitei que eu sou? Nessa uma hora e meia de pensamentos aleatórios eu consegui chegar a uma conclusão minimamente racionalizável. Resumindo, eu estou feliz pra caramba, mais do que isso, eu sou feliz pra caramba e digo sou porque, apesar de ser um estado que hora ou outra será abalado, exceto se alguma tragédia acontecer, não consigo me visualizar triste por muito tempo com alguma situação que não seja extrema. Minha felicidade está muito atrelada à quem eu sou, ou seja, pensando em mim mesmo, eu sou exatamente o cara que eu quero ser. Na moral, eu tenho muito orgulho de mim mesmo e penso que, se eu não fosse eu, queria ser meu amigo, de alguma forma, com certeza iria querer me ter por perto. Obviamente ainda tem coisas que eu quero alcançar, como ter a minha casa, aprender a tocar uma viola, me alimentar melhor, voltar a morar perto do mar (ou pelo menos ir mais até ele) e talvez comprar uma prancha de surf que eu vou acabar vendendo na internet depois de mais de três anos sem uso, mas vejo essas coisas perfeitamente tangíveis. Não quero parecer aqui que to me achando, troquei essa ideia com alguns amigos antes de escrever de fato isso aqui e fiquei com certo receio de publicar essas brisas que venho tendo, mas queria que absolutamente todo mundo que eu conheço ou não se sentisse assim também, ou seja, não quero parecer prepotente ou coisas do gênero, tenho ainda muito que aprender e viver, mas desejo que todo mundo se sinta igual eu venho me sentindo ultimamente.